sábado, 23 de junho de 2012

S. JOÃO

Hoje é noite de S. João
No arrailar eu vou dançar,
De manjerico na mão,
Vou brincar até fartar.

No nosso Agrupamento,
Sardinhas não vai haver,
O ano já terminou,
Agora vou saltar e correr.

No dia de S. João,
Na escola não vou estar,
Mas com outros amiguinhos,
No Porto eu quero brincar.

O S. João é uma festa,
Uma festa popular
Com manjerico e alho porro,
Todos vão cantar e dançar.                                                Agrupamento Vertical de S. Lourenço
                                                                                                Biblioteca Escolar, junho 2012

terça-feira, 12 de junho de 2012

Santos Populares

As escolas básicas do 1º ciclo, num trabalho de articulação entre docentes das AEC, coordenadores de estabelecimento e docentes titulares de turma, levaram a cabo no Parque Urbano de Ermesinde, uma mostra das Marchas dos Santos Populares. Assistiram às mesmas, em representação da Camara Muncipal de Valongo, a Drª Trindade e Drª Ilda, em representação da Junta de Freguesia, Dr. Luis Ramalho, Direção do Agrupamento, Docentes, Assistentes Operacionais, Pais/ Encarregados de Educação, Alunos e comunidade local.
A coordenação da atividade esteve a cargo da Coordenadora de articulação curricular do 1º ciclo.
Aqui ficam alguns momentos vividos intensamente por todos.





terça-feira, 5 de junho de 2012

Encontro com o Escritor João Pedro Mésseder


    No dia 30 de Maio tivemos a visita do escritor João Pedro Mésseder ao nosso agrupamento. A nossa turma (4ºH) e as turmas do 4ºF e 4ºI participaram nesta atividade que foi realizada em articulação com a Biblioteca da Escola Sede e com a nossa Biblioteca.


    Ele falou-nos de alguns livros que já escreveu e apresentou-nos o último: «Gatos, Lagartos e outros poemas». Explicou-nos que escreveu este livro de poemas sobre vários animais porque é um apaixonado por estes, sobretudo por gatos.

   Foram colocadas ainda algumas perguntas, às quais respondeu sempre com muita simpatia e simplicidade.

   Quisemos também presenteá-lo também com a leitura de alguns dos seus poemas.

    Esta foi uma actividade muito especial e interessante.


Aqui estão algumas fotografias deste momento especial.









 
 


quinta-feira, 31 de maio de 2012

DIA MUNDIAL DA CRIANÇA


DIREITOS DA CRIANÇA
I
Toda a criança
Deve ter uma nacionalidade,
Para haver esperança
E em todos igualdade.
II
A família é essencial
Para a proteção da criança.
Não lhe deve acontecer nada de mal,
Todos devem ter esta lembrança.
III
Todo o ser humano
A um nome tem direito,
Seja português ou angolano
Para sempre ter respeito.
IV
Para a criança crescer bem
Tem de ser alimentada,
Ser socorrida também
E ter família e morada.
V
À escola todos devem ir
Seja deficiente ou não.
Toda a criança tem direito a sorrir
E a ter uma boa educação.



OS DIREITOS DAS CRIANÇAS

As crianças têm direitos,

O 1º é o mais brilhante
Porque fala de raças
É o mais importante.

Todas as crianças
Têm o direito

De estudar e aprender
De saltar e de correr.

No orfanato ou na família
O direito é igual em cada criança
Um nome e uma nacionalidade
Assim podem ter esperança.

O quarto direito é:
Alimentação, moradia,
Assistência médica
E muita alegria.

Na escola pode haver
Crianças normais,
Crianças com deficiências
E com cuidados especiais.






VI
Para a criança é importante
Ter sempre o amor dos pais.
E em cada instante
A sociedade deve ajudar mais.
VII
Brincar, jogar e divertir
Com muita precaução,
Na vida também é preciso rir
Faz parte da boa educação.
VIII
         Em qualquer acidente
Primeiro, a criança é socorrida,
Para que calmamente
Não fique muito ferida.
IX
Há quem se aproveite
Do trabalho das crianças
Isto não pode ser bem aceite
E tem de haver mudanças.
X
 A criança deve ser compreendida
Para com justiça crescer
Pois em toda a sua vida
Nunca deve sofrer.

Escola Básica da Costa, trabalho produzido pelo 2ºC, em articulação com a BE





Em casa os pais
Devem dar aos filhos
Amor, felicidade,
Atenção e carinho.

As crianças têm que ter
Educação.
Pois, assim,
Aprendem a lição.

Os primeiros a socorrer
São os mais novos.
São tão frágeis
Em todos os povos.

O abandono e a exploração
Para as crianças é mau.
Quem as abandonar
Leva com um pau.


Todos nós
Temos direito a crescer,
Em compreensão e justiça
Entre os povos a valer.


Trabalho realizado pela turma do 4ºL, da Escola Básica de Saibreiras em articulação com a biblioteca escolar




A ÁRVORE DAS CRIANÇAS

Sou a árvore das crianças
E a minha função é lembrar
Que todas as crianças têm um nome
E direitos a preservar.

Não interessa a sua raça,
Cor, sexo ou religião
Dou-lhes abrigo seguro
Com afeto e dedicação.

A copa é uma sombra amiga
Proteger as crianças é fundamental
Para crescerem felizes     
E de forma integral.

Adoro que comam os meus frutos
E se deliciem com os seus sabores,
Que brinquem no meu tronco
E sejam bons amores.

Nenhuma criança no mundo
Fome deve passar,
Portanto, uma alimentação equilibrada
Enquanto eu cá andar


As folhas das minhas amigas
Dão chás medicinais
Ir ao médico com as crianças
É o dever dos pais.

As crianças diferentes
São sensacionais
Como as árvores variadas                                                    
Merecem cuidados especiais.

Cada criança que é educada
Com amor e compreensão
É uma flor que desabrocha
Na primavera da ilusão.

Nunca maltrates as crianças,
Pois são o nosso futuro
Dão o oxigénio de alegria
E o nosso ar puro.

Toda a criança deve crescer
Num ambiente de justiça e paz
Rodeada de solidariedade
Para ser um adulto capaz.

Trabalho realizado pela turma do 2ºE, da Escola Básica de Montes da Costa em articulação com a biblioteca escolar


terça-feira, 29 de maio de 2012

Atividades de Articulação entre Bibliotecas Escolares de Agrupamentos

No dia 28 de maio o Agrupamento de Sobrado brindou-nos com um teatro de fantoches sobre a lenda de S. João de Sobrado. Os alunos, com entusiamo, assitiram ao teatro e no final, em sala de aula, recontaram a lenda


A LENDA DE S. JOÃO DE SOBRADO






A filha do rei Mouro quando fez dezasseis anos ficou gravemente doente.

O rei desesperado, sem saber o que fazer, foi pedir a imagem de S. João aos Cristãos, com a promessa de o devolver após 5 luas.

A princesa ficou curada, mas o rei mouro não devolveu o Santo.

Passaram dez luas, os cristãos foram recuperar a imagem, mas o rei mouro não a quis devolver. Travou-se uma batalha entre Mourisqueiros e os Bugios. Os cristãos perderam e ficaram sem o seu rei.

Houve uma segunda batalha onde os cristãos levaram uma serpente gigante para assustar o seu inimigo. Os mouros ao verem tal bicho assustaram-se e fugiram. Ganharam os Bugios, recuperando a imagem do seu santo - O S. João – e o seu rei.